
sábado, fevereiro 28, 2009
domingo, fevereiro 22, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
sábado, fevereiro 14, 2009
sábado, fevereiro 07, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
quinta-feira, janeiro 08, 2009
domingo, janeiro 04, 2009
quarta-feira, dezembro 31, 2008
domingo, dezembro 21, 2008
NATAL
NatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatalNatal
... //...
Aos tão queridos amigos, Feliz Natal!
Muitos beijos e todo carinho.
... //...
... //...
Acalanto - Caymmi e Nana
sábado, dezembro 13, 2008
sexta-feira, dezembro 05, 2008
sexta-feira, novembro 28, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
segunda-feira, novembro 10, 2008
sábado, novembro 01, 2008
sábado, outubro 25, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
15 de outubro
terça-feira, setembro 30, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, julho 28, 2008
*
*CravoVerso*********
**********
*****
Loba, QuincasB, MariaCláudia, vocês, com seus comentários,
desencadearam meu surto VersoCravístico.
Recebam o post de hoje. Vocês merecem...
domingo, julho 27, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
quarta-feira, junho 04, 2008
quarta-feira, maio 21, 2008
sábado, maio 17, 2008
agora eu sei
Poema e Tradução ... //...
- Post dedicado à Dora Vilela -
... //...
NOTÍCIA BOA:
ACABA DE SER LANÇADO UM NOVO BLOG.
É ASSINADO PELA MINHA AFILHADA, ANA LÚCIA, A QUEM DESEJO SUCESSO.
domingo, maio 04, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
terça-feira, abril 22, 2008
domingo, abril 13, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
domingo, março 30, 2008
MAINTENANT JE SAIS
MAINTENANT JE SAIS
Philip Green – Jean-Loup Dabadie (1974)
.
AGORA EU SEI
Tradução: Pe. Ailton dos Santos, SDB
.
Quand j'étais petit, haut comme trois pommes
Quando eu era pequenino, "do tamanho de um pepino".
..
Je parlais bien fort... pour être un homme
Eu falava grosso... para ser um homem
.
Je disais: "Je sais, je sais... je sais"
Eu dizia: "eu sei, eu sei... eu sei"
.
C'était le début, c'était le printemps
Era o início, era a primavera
.
Et quand j'ai eu mes dix-huit ans
Quando eu tinha os meus dezoito anos
.
J'ai dit: "Je sais... ça y est, cette fois, je sais"
Eu disse: "eu sei... é isso aí, desta vez eu sei"
.
Et aujourd'hui, des jours, je me retourne
E hoje em dia eu me volto
.
Je regarde la terre, où j'ai quand même fait les cent pas
Oho a terra onde no máximo andei cem passos
.
Elle tourne Et je sais toujours pas comment
E nem mesmo sei como ela gira
.
Vers vingt-cinq ans, je savais tout
Pelos vinte e cinco anos, eu sabia tudo
.
L'amour, les roses, la vie, les sous
O amor, as rosas, a vida, os salários
.
Ben oui! L'amour... j'en avais fait tout le tour
Pois bem, o amor... eu tinha feito a viagem por ele inteiro
.
Mais heureusement, comme les copains
Mas felizmente, como a rapaziada
.
J'avais pas mangé tout mon pain
Eu não tinha comido todo o meu pão
.
Au milieu de ma vie... J'ai encore appris
No meio da minha vida... eu ainda aprendi
.
Ce que j'ai appris?... ça tient en trois-quatre mots
O que que eu aprendi?... isso cabe em três ou quatro palavras
.
Le jour où quelqu'un vous aime... il fait très beau
O dia em que alguém te ama... isso é muito bonito
.
Je peux pas mieux dire... il fait très beau
E eu não posso dizer melhor... isso é muito bonito
.
C'est encore ce qui m'étonne dans la vie
É ainda isso o que me surpreende na vida
.
Moi qui suis à l'automne de ma vie
Eu que estou no outono da minha vida
.
On oublie tant de soirs de tristesse
Já esqueci tanto das tardes de tristeza
.
Mais jamais un matin de tendresse
Mas jamais de uma manhã de carinho
.
Toute ma jeunesse, j'ai voulu dire: "Je sais"
Toda a minha juventude eu quis dizer: "eu sei"
.
Seulement, plus je cherchais et puis moins je savais
Só que quanto mais eu procurava menos eu sabia
.
Y'a cinquante coups qui ont sonnés à l'horloge
Já soaram cinqüenta badaladas no meu relógio
.
Je suis encore à ma fenêtre, je regarde et je m'interroge
Estou ainda à minha janela, eu olho e me interrogo
.
Maintenant, je sais... Je sais qu'on ne sait jamais
Agora eu sei... eu sei que nunca se sabe
.
La vie, l'amour, l'argent, les amis et les roses
A vida, o amor, o dinheiro, os amigos e as rosas
.
On ne sait jamais le bruit, ni la couleur des choses
Não se conhece jamais o barulho, nem a cor das coisas
.
C'est tout ce que je sais... mais ça je le sais!
É tudo o que eu sei... mas isso eu sei!
Philip Green – Jean-Loup Dabadie (1974)
.
AGORA EU SEI
Tradução: Pe. Ailton dos Santos, SDB
.
Quand j'étais petit, haut comme trois pommes
Quando eu era pequenino, "do tamanho de um pepino".
..
Je parlais bien fort... pour être un homme
Eu falava grosso... para ser um homem
.
Je disais: "Je sais, je sais... je sais"
Eu dizia: "eu sei, eu sei... eu sei"
.
C'était le début, c'était le printemps
Era o início, era a primavera
.
Et quand j'ai eu mes dix-huit ans
Quando eu tinha os meus dezoito anos
.
J'ai dit: "Je sais... ça y est, cette fois, je sais"
Eu disse: "eu sei... é isso aí, desta vez eu sei"
.
Et aujourd'hui, des jours, je me retourne
E hoje em dia eu me volto
.
Je regarde la terre, où j'ai quand même fait les cent pas
Oho a terra onde no máximo andei cem passos
.
Elle tourne Et je sais toujours pas comment
E nem mesmo sei como ela gira
.
Vers vingt-cinq ans, je savais tout
Pelos vinte e cinco anos, eu sabia tudo
.
L'amour, les roses, la vie, les sous
O amor, as rosas, a vida, os salários
.
Ben oui! L'amour... j'en avais fait tout le tour
Pois bem, o amor... eu tinha feito a viagem por ele inteiro
.
Mais heureusement, comme les copains
Mas felizmente, como a rapaziada
.
J'avais pas mangé tout mon pain
Eu não tinha comido todo o meu pão
.
Au milieu de ma vie... J'ai encore appris
No meio da minha vida... eu ainda aprendi
.
Ce que j'ai appris?... ça tient en trois-quatre mots
O que que eu aprendi?... isso cabe em três ou quatro palavras
.
Le jour où quelqu'un vous aime... il fait très beau
O dia em que alguém te ama... isso é muito bonito
.
Je peux pas mieux dire... il fait très beau
E eu não posso dizer melhor... isso é muito bonito
.
C'est encore ce qui m'étonne dans la vie
É ainda isso o que me surpreende na vida
.
Moi qui suis à l'automne de ma vie
Eu que estou no outono da minha vida
.
On oublie tant de soirs de tristesse
Já esqueci tanto das tardes de tristeza
.
Mais jamais un matin de tendresse
Mas jamais de uma manhã de carinho
.
Toute ma jeunesse, j'ai voulu dire: "Je sais"
Toda a minha juventude eu quis dizer: "eu sei"
.
Seulement, plus je cherchais et puis moins je savais
Só que quanto mais eu procurava menos eu sabia
.
Y'a cinquante coups qui ont sonnés à l'horloge
Já soaram cinqüenta badaladas no meu relógio
.
Je suis encore à ma fenêtre, je regarde et je m'interroge
Estou ainda à minha janela, eu olho e me interrogo
.
Maintenant, je sais... Je sais qu'on ne sait jamais
Agora eu sei... eu sei que nunca se sabe
.
La vie, l'amour, l'argent, les amis et les roses
A vida, o amor, o dinheiro, os amigos e as rosas
.
On ne sait jamais le bruit, ni la couleur des choses
Não se conhece jamais o barulho, nem a cor das coisas
.
C'est tout ce que je sais... mais ça je le sais!
É tudo o que eu sei... mas isso eu sei!
terça-feira, março 25, 2008
AMOR-PERFEITO-AMOR
amor-perfeito-amor
_______________________________
_______________________________Queridos amigos,
minha conexão perdeu-se no espaço.
E eu, no vazio.
Hoje, tendo à frente um computador conectado,
deixo meus agradecimentos,
minhas saudades, meus votos de
FELIZ PÁSCOA!
domingo, março 16, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
sexta-feira, janeiro 25, 2008
SÃO PAULO - SONHO DE FELIZ CIDADE

no teu aniversário
a garoa envolveu o dia
cobriu a concretude
suavizou linhas e relevos
trouxe uma saudade agradável
daqueles tempos de infância
junto à sensação de aconchego
de colo
de colo
que só a mãe sabe dar
.tão suave estavas
silenciosa até
pude ver-te do avesso
.linda
.minha cidade
és tão imprevisível, perturbadora
. és tão louca
ou
a louca sou eu
que apesar das tuas tantas contradições
não consigo deixar de te amar
.
(Foto by Lilly)
sábado, janeiro 19, 2008
a brisa do salgueiro e o canto das águas
.tanto tempo passou
e
ainda choras às braçadas, esperas
ainda vago em ondas, retorno
tu te derramas no enleio
eu te circundo em abraços
.
sou para ti o perfume
és para mim acalanto
choras por mim de saudade
de saudade corro p’ra ti
.
a cada curva do tempo somos nós diferentes
embora iguais em destino
teus braços transbordando p’ra mim
meu leito se abrindo em fluxo
e
ainda choras às braçadas, esperas
ainda vago em ondas, retorno
tu te derramas no enleio
eu te circundo em abraços
.
sou para ti o perfume
és para mim acalanto
choras por mim de saudade
de saudade corro p’ra ti
.
a cada curva do tempo somos nós diferentes
embora iguais em destino
teus braços transbordando p’ra mim
meu leito se abrindo em fluxo
.
ébrios
realizamos a sina
realizamos a sina
que para nós foi traçada
.
em um leniente encontro
em um leniente encontro
apenas ligeiro instante
tornamos o beijo molhado
tornamos o beijo molhado
em ato constante
perpétuo
perpétuo
.
... //...
.
foto: http://oblogdospelachos.blogaliza.org/ .
domingo, janeiro 06, 2008
na manhã de domingo

f
.
estava pronta para ler um paulo coelho, escutar altemar dutra,
desafogar em uma lata de sorvete (inteirinha)
minha angústia e minha desolação
mas
antes resolvi puxar a cortina
.
uma réstia de sol desvendava o contorno do bairro
fazia brilhar o espigão da paulista
.
a cidade despertava
surda às aflições que algumas persianas resguardavam
indiferente aos risos que escapavam de janelas escancaradas
.
um cachorro latiu puxando o coro
uma leve brisa trouxe o perfume das rosas
o beija-flor me espiou de relance e se foi
.
e eu prostrada
.
quantas manhãs semelhantes já se repetiram
quantas vezes vi a cidade impassível
quer chova ou faça sol
.
talvez jogue paulo coelho para longe
cante aos berros com diana krall
e descubra enfim o que se move
bem aqui
mas
antes resolvi puxar a cortina
.
uma réstia de sol desvendava o contorno do bairro
fazia brilhar o espigão da paulista
.
a cidade despertava
surda às aflições que algumas persianas resguardavam
indiferente aos risos que escapavam de janelas escancaradas
.
um cachorro latiu puxando o coro
uma leve brisa trouxe o perfume das rosas
o beija-flor me espiou de relance e se foi
.
e eu prostrada
.
quantas manhãs semelhantes já se repetiram
quantas vezes vi a cidade impassível
quer chova ou faça sol
.
talvez jogue paulo coelho para longe
cante aos berros com diana krall
e descubra enfim o que se move
bem aqui
under my skin
.
comigo sou só
estou por minha conta
.
.
comigo sou só
estou por minha conta
.
.
quinta-feira, dezembro 27, 2007
ANIVERSÁRIO
O que são três anos
O que pode representar tão curto espaço de tempo
frente ao tempo
frente ao tempo
Para alguns setores de minha vida
foram acréscimo
foram acréscimo
Em outros, perda
No trabalho, o empenho de sempre
Com a família, algumas aflições,
muitas alegrias
Os netos moços companheiros
A neta, que ainda nem existia, correndo pela casa
- vovó!
Os amigos, sempre amigos queridos
.
E os escritos...
Hoje o “Oceanos e Desertos” completa três anos
Fui tentada a fazer um balanço
do que vivi nesse espaço
Não mais rascunhos
em pedacinhos de papel
amassados e esquecidos
no fundo de bolsas e gavetas
Até minha rotina se modificou
Quando nas profundezas do oceano
prestes a perder o fôlego
encontro aqui uma ilha aprazível
Das areias quentes dos desertos
ressequida pela sede
deparo-me com meu oásis
Com a família, algumas aflições,
muitas alegrias
Os netos moços companheiros
A neta, que ainda nem existia, correndo pela casa
- vovó!
Os amigos, sempre amigos queridos
.
E os escritos...
Hoje o “Oceanos e Desertos” completa três anos
Fui tentada a fazer um balanço
do que vivi nesse espaço
Não mais rascunhos
em pedacinhos de papel
amassados e esquecidos
no fundo de bolsas e gavetas
Até minha rotina se modificou
Quando nas profundezas do oceano
prestes a perder o fôlego
encontro aqui uma ilha aprazível
Das areias quentes dos desertos
ressequida pela sede
deparo-me com meu oásis
Se o sol é tépido e a brisa fresca
trato de falar de amor
E escrevo, reviso, procuro a palavra certeira
Tento dar a melhor forma
para a inquietação do momento
.
Aqui celebro alegrias
Aqui depuro minhas dores
Aqui canto o amor
.
Ah, as letras impressas na tela
Mostram-me o que escondo de mim
Às vezes volto a textos antigos arquivados
Quando os releio sinto que recupero minha história
E os comentários, então, até hoje, causam enorme prazer
Chego a ter a ilusão de ser uma poetisa de verdade
.
Mas o melhor de tudo, é a teia que tecemos
Sinto-me privilegiada
Muitas faces nem conheço
Conheço palavras
impressões digitais dos corações
Lindos corações que se unem e se irmanam
Somos uma comunidade original
Estamos construindo uma nova forma
de relacionamento humano
Poder, riqueza e perfeição física
deixam de ser valores
O que nos cativa é a verdade da palavra
Daquela que brota pura
Direto da alma
Mostrando a beleza
inerente a toda criatura
.
Três anos e uma nova dimensão
Um novo ponto de vista
Pessoas maravilhosas
Um novo mundo
Uma grande felicidade
.
Agradeço a todos os amigos e amigas
por tão enriquecedora convivência
nesse tempo-espaço.
.
Beijos, carinho e...
.
E escrevo, reviso, procuro a palavra certeira
Tento dar a melhor forma
para a inquietação do momento
.
Aqui celebro alegrias
Aqui depuro minhas dores
Aqui canto o amor
.
Ah, as letras impressas na tela
Mostram-me o que escondo de mim
Às vezes volto a textos antigos arquivados
Quando os releio sinto que recupero minha história
E os comentários, então, até hoje, causam enorme prazer
Chego a ter a ilusão de ser uma poetisa de verdade
.
Mas o melhor de tudo, é a teia que tecemos
Sinto-me privilegiada
Muitas faces nem conheço
Conheço palavras
impressões digitais dos corações
Lindos corações que se unem e se irmanam
Somos uma comunidade original
Estamos construindo uma nova forma
de relacionamento humano
Poder, riqueza e perfeição física
deixam de ser valores
O que nos cativa é a verdade da palavra
Daquela que brota pura
Direto da alma
Mostrando a beleza
inerente a toda criatura
.
Três anos e uma nova dimensão
Um novo ponto de vista
Pessoas maravilhosas
Um novo mundo
Uma grande felicidade
.
Agradeço a todos os amigos e amigas
por tão enriquecedora convivência
nesse tempo-espaço.
.
Beijos, carinho e...
.
FELIZ ANO NOVO!!!
.
..
terça-feira, dezembro 25, 2007
domingo, dezembro 09, 2007
PERFIL ÀS AVESSAS
Mãos sobre o teclado, um olhar de soslaio, o encontro com o espelho. Sou o que vejo e disso já estou cansada. Escolho pinçar no nome aquilo que quero ser. E saio por aí a sondar inspiração alheia.
.
De ti, Adélia, invejo e confesso, mais do que a poética, roubo-te a maturidade, a aceitação mineira do fortuito, do inevitável e da busca no profano o que divino resta. Serena palavra ao encontro de ti mesma de verdade tanta, incontestável manto. Quero como tu, entardecer-me fé
.
De ti, Teresa, invejo e confesso, mais do que a visão profética, roubo-te o desejo da morte, se está longe o amado, a coragem santa expondo o próprio ventre, a alegria na agonia da entrega em labaredas ao abraço de Jesus. Espero ao anoitecer-me fé queimar-me na verdade como tu fizeste.
.
Nos Campos quanto há mais para se voejar. Roubo-lhes o arejado em rente, a ruptura, o descontínuo espaço. Desconstrução real, falácia verdadeira, verso em espiral. Rima derradeira, traços no papel.
.
E o que mais aspirar posso do viver na expressão.
.
.
De ti, Adélia, invejo e confesso, mais do que a poética, roubo-te a maturidade, a aceitação mineira do fortuito, do inevitável e da busca no profano o que divino resta. Serena palavra ao encontro de ti mesma de verdade tanta, incontestável manto. Quero como tu, entardecer-me fé
.
De ti, Teresa, invejo e confesso, mais do que a visão profética, roubo-te o desejo da morte, se está longe o amado, a coragem santa expondo o próprio ventre, a alegria na agonia da entrega em labaredas ao abraço de Jesus. Espero ao anoitecer-me fé queimar-me na verdade como tu fizeste.
.
Nos Campos quanto há mais para se voejar. Roubo-lhes o arejado em rente, a ruptura, o descontínuo espaço. Desconstrução real, falácia verdadeira, verso em espiral. Rima derradeira, traços no papel.
.
E o que mais aspirar posso do viver na expressão.
.
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